Quem te conhece
De tristeza adoece
Pois você padece
De falta de candura
Vive na amargura
Numa vida escura
Onde não há procura
A vida é obscura
E nela você adormece
Como se fora um estorvo
Que te acomete
Que te deixa num ovo
Enclausurada e padece
E meu olhar para ti
Te cisma de mim
Mas tira de ti a verdade
Que antes era só sua
Que agora vejo nua
E não dá mais fugir
E essa tal felicidade
Que tu nem buscas e dorme em ti
Te falta acordar para ela
E sair dessa esparrela
Que te embriaga, descontagia e te faz ruir.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
NUNCA MAIS
Nunca mais
Permitirei que me machuquem
Nunca mais
Amarei para agradar
Chega de entrega gratuita
De muito por pouco
De doações sem respostas
Porque um ser nao comporta
De coisas infortuitas
De declarações incomedidas
De verdades ofendidas
De desconstrução do outro
De medos desnecesários
Porque viver vale à pena
Mesmo com a alma pequena
È preciso ser feliz
Sentir em todos os sentidos
Viver o melhor com bis
Sem ver no outros discórdia
Pois o melhor é concórdia
E esteio para o bem
EDIRAN TEIXEIRA
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
algo maior
Tem algo maior que eu
Que me toma de vez em quando
É um sentimento fora de mim
Que me faz sentir o que nao quero
Que faz ver o que os olhos nao veem
Que antevê
Que prevê
Que é maior do que eu
È espiritual
Nao é daqui
È divino
Está em mim
Sou portador apenas dessa situação que me invade
EDIRAN TEIXEIRA
Que me toma de vez em quando
É um sentimento fora de mim
Que me faz sentir o que nao quero
Que faz ver o que os olhos nao veem
Que antevê
Que prevê
Que é maior do que eu
È espiritual
Nao é daqui
È divino
Está em mim
Sou portador apenas dessa situação que me invade
EDIRAN TEIXEIRA
Em mim entendo
Parado na vida inerte
Que de vã parece que nada tem
O meu eu se inverte
E minha alma diz amém
Em tu vejo meu eu
No seu céu uma tristeza
E eu alegre que era
Me sinto por ti puxado
Para a agrura de uma quimera
Que não era minha espera
Mas que chegou como se fora meu
Entao sem ter onde descansar
Sem ombro pra sorrir
Sem braço pra chorar
Restam-me as trovas
Que encerram meu pensar
E me dizem coisas novas
EDIRAN TEIXEIRA
Que de vã parece que nada tem
O meu eu se inverte
E minha alma diz amém
Em tu vejo meu eu
No seu céu uma tristeza
E eu alegre que era
Me sinto por ti puxado
Para a agrura de uma quimera
Que não era minha espera
Mas que chegou como se fora meu
Entao sem ter onde descansar
Sem ombro pra sorrir
Sem braço pra chorar
Restam-me as trovas
Que encerram meu pensar
E me dizem coisas novas
EDIRAN TEIXEIRA
Todo pecado
Se todo pecado fosse amar
Se toda luta fosse pelo céu
Se toda glória fosse Felicidade
Amor seria fácil
Lutar seria o mel
A glória era a verdade
Mas nem tudo é amor, céu e felicidade
Há que ter dor
Há que ter amargura
Há espaços de outros sentidos
Há loas e loucuras
Há delícias invividas
Por fim, há sonhos e uma eterna procura
EDIRAN TEIXEIRA
Se toda luta fosse pelo céu
Se toda glória fosse Felicidade
Amor seria fácil
Lutar seria o mel
A glória era a verdade
Mas nem tudo é amor, céu e felicidade
Há que ter dor
Há que ter amargura
Há espaços de outros sentidos
Há loas e loucuras
Há delícias invividas
Por fim, há sonhos e uma eterna procura
EDIRAN TEIXEIRA
Tristeza que não tive
Hoje me sinto triste
Como um aviso
Paira sobre meu existir um misto
Que me deixa em improviso
Como alguem que morre e aqui fica
Vivo dentre os que padecem
Uma alma que vagueia inerte
Em busca de algo que nao viveu
Como em sonho de Morfeu
A vida assume outra dimensão
O trabalho ainda me anima
Mas com pouco esteio tudo é vão
Quem sabe algo que me mova
Está chegando nessa mudança
Algo que me alegre e socorra
Essa alma em andanças
EDIRAN TEIXEIRA
Como um aviso
Paira sobre meu existir um misto
Que me deixa em improviso
Como alguem que morre e aqui fica
Vivo dentre os que padecem
Uma alma que vagueia inerte
Em busca de algo que nao viveu
Como em sonho de Morfeu
A vida assume outra dimensão
O trabalho ainda me anima
Mas com pouco esteio tudo é vão
Quem sabe algo que me mova
Está chegando nessa mudança
Algo que me alegre e socorra
Essa alma em andanças
EDIRAN TEIXEIRA
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