Tem uma porta que passa por nós e nos traz nova aura
E nós que passamos pela porta , renovamos a alma
E a materia envelhece
E a alma não sabe
Mas o corpo padece
E isso pra alma não cabe
Por isso o corpo velho
Vive cheio de vaidade
É que a alma que está nele
É cheia de saudade
E quer sempre o novo
E procura novidade
E nesse conflito de duas
Uma que fica cálida e outra que vai
A que fica se modifica
E que vai num volta mais!
(corpo e alma - por Ediran Teixeira)
sábado, 22 de outubro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
MERCADO DE TRABALHO EM EMBARALHO
E a demanda está reprimida
Pequena, amiúde e comprimida
Muitos procuram pro trabalho
Buscam quebrar o galho
E garantir a comida
E a oferta carecida
Roga à demanda contida
Pra não demorar a pedir
Pois a oferta se espraia
E não aguenta essa gandaia
Que tanto a faz desinludir
E essa profana ilusão
De querer ganhar o pão
Trocando por pedaços da vida
Que de trabalho vivo morre
Pois dele se socorre
Para garantir comida
E a crise capitalista
Que põe só o labor na lista
Não investe nem arrisca
Pois tem teta pra mamar
e quem banca essa teta?
É o trabalhador que por besta
É feito de marinonete
É esfolado a canivete
Pra estrair dele mais valia
Trabalha noite e dia
È cooptado decerto
Pois nesse mercado aberto
Onde as forças se ajustam por si
Pela tal mão invisível
É economia neoliberal
Que põe o trabalhador na cal
E arranca dele o impossível.
E a distância entre probre e rico
Está cada vez menos visível
E o principal motivo
é porquê não sendo mais possível
Medir tal distanciamento
Nem da terra para o sol
Nem a mais distante nebulosa
Há tanta diferença a medir
A ponto de não se saber
Se tem rico por aqui
Ediran Teixeira
Pequena, amiúde e comprimida
Muitos procuram pro trabalho
Buscam quebrar o galho
E garantir a comida
E a oferta carecida
Roga à demanda contida
Pra não demorar a pedir
Pois a oferta se espraia
E não aguenta essa gandaia
Que tanto a faz desinludir
E essa profana ilusão
De querer ganhar o pão
Trocando por pedaços da vida
Que de trabalho vivo morre
Pois dele se socorre
Para garantir comida
E a crise capitalista
Que põe só o labor na lista
Não investe nem arrisca
Pois tem teta pra mamar
e quem banca essa teta?
É o trabalhador que por besta
É feito de marinonete
É esfolado a canivete
Pra estrair dele mais valia
Trabalha noite e dia
È cooptado decerto
Pois nesse mercado aberto
Onde as forças se ajustam por si
Pela tal mão invisível
É economia neoliberal
Que põe o trabalhador na cal
E arranca dele o impossível.
E a distância entre probre e rico
Está cada vez menos visível
E o principal motivo
é porquê não sendo mais possível
Medir tal distanciamento
Nem da terra para o sol
Nem a mais distante nebulosa
Há tanta diferença a medir
A ponto de não se saber
Se tem rico por aqui
Ediran Teixeira
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
RECOMEÇO
E a dor é um ardor
E o prazer é felicidade
Quanto menos dor cultivar
Quanto mais prazer dobrar
Menor ardor você terá
E vida com mais prazer
É princípio de evolução
Pois o plantio bem feito
Garante a consumação
E o melhor para fazer
É respeitar e praticar
Verdade e honestidade
Princípios para dia a dia
Devemos emancipar
Buscando sabedoria
Pra na vida aplicar
Ediran Teixeira
sábado, 16 de janeiro de 2016
Exemplo de vida
Pois a vida tem que ser de verdade
Respeito e honestidade
Ouvir, sentir e ver mais do que falar
Andar mais do que ficar
Conhecer mais que ignorar
Principios e valores tenha
Pois sem eles você padece
E vive em prol dos outros
E de si mesmo esqueçe
Aprendendo e sabendo
Torne-se evoluído
E terás uma passagem
Como exemplo a ser seguido
Ediran Teixeira
Respeito e honestidade
Ouvir, sentir e ver mais do que falar
Andar mais do que ficar
Conhecer mais que ignorar
Principios e valores tenha
Pois sem eles você padece
E vive em prol dos outros
E de si mesmo esqueçe
Aprendendo e sabendo
Torne-se evoluído
E terás uma passagem
Como exemplo a ser seguido
Ediran Teixeira
Eu Verdade
E quando estiver são
E talvez tu me procures
Vais encontrar um homem
Mais velho e maduro
E não me terás mais em tuas mãos
Esterei em local seguro
E quem sabe Deus do amanhã
Viver um hoje por vez
Com minha alma sã
Vou me amar sem talvez!
Ediran ( 16/01/2016 - 15:49)
E talvez tu me procures
Vais encontrar um homem
Mais velho e maduro
E não me terás mais em tuas mãos
Esterei em local seguro
E quem sabe Deus do amanhã
Viver um hoje por vez
Com minha alma sã
Vou me amar sem talvez!
Ediran ( 16/01/2016 - 15:49)
Vanicelas
Então estou aqui
Depois dela 46 dias de um partir
Por quem não me amava sofri
De uma forma doente quase morri
Até acordei e vi
Que sem amor do outro não se morre
Ainda que parte de mim tenha se ido
Tem algo que socorrre
E que ficou comigo
Sou eu em mim
Meu amor amigo
Amar meu eu, meu umbigo
E vou estrelar eu mesmo
Num amor sem fim
Até transbordar
E, por fim, quem até mim chegar
Vai encontrar um homem pronto para amar
ediran(16/01/2016)
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
ENSEJOS DO AMOR
A vida nos prega peças e ensejos.
Também nos põe em situações embaraçosas, com as quais nos sentimos absolutamente incompetentes para dar solução aos problemas.
Amar parece ser uma questão de querer, mas afirmo que não é. Amor vem do nada e encanta, mesmo sem querer. Um coração doído e sofrido pode sim amar, porque ninguém escolhe amar, simplesmente acontece. Porém há uma forma de amor que emerge pelo contágio. Quando alguém é amado e permite que o amor de quem ame se achegue, provavelmente haverá o contágio, pois o amor contagia, envolve e embeleza a alma.
Não é um sofisma, é algo existencial e verdadeiro. É como se a liberdade chegasse até a menor parte da essência, determinando um estado de bem querer efêmero, sem paradoxos.
Para o amor o “Não’’ existe sempre em nome de um “Sim”, de uma construção permanente dele mesmo.
Ora, O AMOR não existe para si, como o nada e como o tudo, deslindar o amor é uma presunção, um boicote aos conceitos.
Ninguém vive sem amor por muito tempo. Definha, amofina, adoece, morre. Porque é divino e é alimento essencial para a vida.
Também nos põe em situações embaraçosas, com as quais nos sentimos absolutamente incompetentes para dar solução aos problemas.
Amar parece ser uma questão de querer, mas afirmo que não é. Amor vem do nada e encanta, mesmo sem querer. Um coração doído e sofrido pode sim amar, porque ninguém escolhe amar, simplesmente acontece. Porém há uma forma de amor que emerge pelo contágio. Quando alguém é amado e permite que o amor de quem ame se achegue, provavelmente haverá o contágio, pois o amor contagia, envolve e embeleza a alma.
Não é um sofisma, é algo existencial e verdadeiro. É como se a liberdade chegasse até a menor parte da essência, determinando um estado de bem querer efêmero, sem paradoxos.
Para o amor o “Não’’ existe sempre em nome de um “Sim”, de uma construção permanente dele mesmo.
Ora, O AMOR não existe para si, como o nada e como o tudo, deslindar o amor é uma presunção, um boicote aos conceitos.
Ninguém vive sem amor por muito tempo. Definha, amofina, adoece, morre. Porque é divino e é alimento essencial para a vida.
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